Como responder, com base bíblica, aos protestantes sobre a intercessão dos santos?


O que realmente significa "interceder" segundo a Bíblia? Há exemplos nas Escrituras de pessoas que intercedem por outras, mesmo após a morte? Se Jesus é o único mediador entre Deus e os homens (1Tm 2,5), como entender o papel dos santos? Os protestantes aceitam pedidos de oração entre vivos — por que rejeitam a intercessão dos santos no céu? O que o livro do Apocalipse revela sobre os santos e suas orações diante de Deus? O que o livro do Apocalipse tem a nos dizer sobre essa doutrina? Existe alguma base bíblica para crer que os santos estão conscientes e ativos na presença divina? Como distinguir entre adoração (que é devida somente a Deus) e veneração ou honra aos santos? A tradição cristã dos primeiros séculos apoiava a intercessão dos santos — isso tem respaldo bíblico?

Os Anjos e os Santos intercedem a Deus por nós

Os Protestantes dizem que quem intercede por nós são os que estão vivos, e os que morreram não pode interceder, pois estão dormindo e esperando a ressurreição. Vejamos como isso é falso. De imediato, é bom lembrar que Cristo levou no mesmo instante o bom ladrão. Pois ele disse: “hoje estarás comigo no paraíso”. (Lucas 23,43). Em (Apocalipse 6,9-10) podemos ver que os mártires estão bem acordadões, não é mesmo? e que Jesus não está mais sozinho no Paraíso. Na parábola do rico e de Lázaro, observamos também que não dormem. Os que já estão na glória de Deus pode interceder junto a Cristo por nós. É o que veremos de agora em diante.

Os Santos no céu estão na mesma condição dos Anjos, pois conservam as suas naturezas individuais e intelectuais, e possuem a mesma Luz divina na qual vêem a Deus, e em Deus e tudo que a sua mente pode conhecer “Na tua Luz veremos a Luz?” (Salmos 35,10). Por isso, a Bíblia afirma que os Santos “julgarão o mundo” (1Coríntios 6,2). Para fazerem esse julgamento devem conhecer os atos nele praticados. Portanto, os Santos conhecem as nossas precisões e intercedem por nós como nossos amigos junto de Deus.

É o que lemos em várias passagens da Bíblia:

a) Em Jeremias lemos: “E o Senhor me disse: ?ainda que Moisés e Samuel se apresentassem diante de mim, o meu coração não se voltaria para esse povo” (Jeremias 15,1). Ora, Moisés e Samuel já não eram do números dos vivos, e podiam, no entanto, interceder pelo povo.

Note-se que em (2 Macabeus 15,14), o próprio Jeremias, já falecido, é apresentado como, quem “muito ora pelo povo e pela cidade santa”.

b) No Apocalipse São João narra a visão que teve de Jesus Cristo em seu trono de glória, e como, diante d?Ele, se apresentavam anciãos “com taças cheias de perfume, que são as orações dos santos” (Apocalipse 5,8) (Apocalipse 8,4). Esses anciãos significam os ?Santos da glória? ao apresentarem a Jesus as orações dos “santos da terra”, ou seja, os fiéis de Cristo nesse mundo. Trata-se de uma forma de mediação secundária dos Santos entre Cristo e os seus fiéis.

c) No 1º livro dos Reis lemos que Deus prometeu a Salomão conservar para seu filho (Davi) a tribo ou reino de Judá, “em atenção” e “por amor ao seu servo Davi” (já morto) (1Reis 11,11-13). Isso significa que Deus toma em consideração os pedidos dos seus amigos também do Céu, os Santos.

d) Igual sentido tem a oração de Moisés pedindo a Deus que poupasse o povo culpado em atenção aos patriarcas Abraão, Isaac e Jacó, todos já falecidos (Êxodo 32,11-14).

e) Ainda no 2º livro dos Reis a Bíblia narra o milagre da ressurreição de um morto, ao contato com os ossos do profeta Eliseu (2 Reis 13,21).

Note-se que nesse texto está divinamente aprovada ainda a prática católica de se guardarem com respeito as relíquias dos Santos, pois, também através delas Deus pode nos conceder graças e favores.

f) Na Parábola do pobre Lázaro e do rico, Jesus apresenta Abraão sendo rogado pelo mal rico que fora condenado ao inferno (Lucas 16, 27). No caso, o mal rico não podia ser atendido. Mas com esse fato Jesus significou a possibilidade de se pedir ajuda aos amigos de Deus que estão no céu, pois o mal rico pediu intercessão de Abraão.

 

g) Se os santos da terra (os fiéis em Cristo) intercedem junto de Deus pelas necessidades dos irmãos, conhecidos e desconhecidos (são incontáveis os casos na Bíblia), quanto mais os Santos da glória que, na Luz divina, conhecem perfeitamente as nossas precisões (como acima ficou provado). Eles intercedem com certeza por nós junto de Deus. Ler ainda (Sabedoria 18,20-22).

Para nós Católicos os santos já estão no Céu e podem interceder por nós (Apocalipse 6,9-10) (Apocalipse 5,9) (Apocalipse 14,3) e (Apocalipse 15,3)

 

Por fim, um argumento de reta razão ou do bom senso:

É conforme à natureza dos seres criados por Deus que os inferiores obtenham favores dos superiores também pela mediação de amigos de ambos. A própria mediação de Cristo tem por base este princípio. Ora, os Santos são amigos de Deus e nossos na glória (Lucas.16,9). Logo, eles não só podem, mas realmente intercedem por nós junto de Deus.

Conclusão: aí estão alguns dos fundamentos bíblicos da prática católica da devoção ou culto dos anjos e dos Santos. A isso os protestantes costumam apresentar que há um só Mediador, Jesus Cristo (1Timóteo 2,5).

A isso se responde completando a citação no versículo 06 assim: “…o Qual Se entregou em Redenção por todos”. Cristo é, sim, o único Mediador, mas “de redenção”. O que não exclui a mediação de intercessão dos Anjos e Santos, como acima ficou provado.

E mais: estando os ?Santos da glória? na mesma condição dos Anjos, eles podem também ser venerados como os Anjos o foram por homens justos ou seja, pelos fiéis, conforme se lê na Bíblia.

Pelo fato de os habitantes do céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a igreja. Eles não deixam de interceder por nós junto ao pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por conseguinte, pela fraterna solicitude deles, a nossa fraqueza recebe o mais valioso auxilio.

Sendo os Santos amigos de Deus pela santidade, e nossos, pela sua perfeita caridade, é justo que lhes tributemos os louvores que, sob esse duplo título, merecem; e que nos recomendemos à sua intercessão junto de Deus. É justo, visto que neles também se realiza, embora em grau bem menor, mas bem verdadeiro, o que disse de Si mesma, mas cheia do Espírito Santo, a mais santa que todos os Santos, Maria Santíssima:

Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada, porque fez em mim grandes coisas o Todo-Poderoso? (Lucas 1,48-49)

Vê-se, por essas palavras inspiradas, que o louvor dos Santos redunda em louvor e glória de Deus, pois os Santos são obras-primas da sua sabedoria, bondade e poder. Quando os louvamos, é a seu Autor que louvamos. De fato, sendo Deus admirável em seus Santos, e os Santos, obra de sua graça (à qual eles corresponderam fazendo a sua parte), Deus os ama sob esse título. Aliás, no preceito de “amar e honrar a Deus” está incluindo o de amar e honrar a tudo o que Ele ama e honra, e segundo a ordem com a qual Ele o faz.

E Deus ama, de modo especial, os seus Santos: a Jesus Cristo enquanto Homem, depois a Nossa Senhora, e depois aos Anjos e todos os Santos da glória; e também às santas almas do Purgatório. E depois, aos que ainda pelejam neste mundo.

 

O Apocalipse e a Intercessão dos Santos

 

o Apocalipse (ou Livro do Apocalipse de São João) é uma das fontes mais ricas e simbólicas da Bíblia sobre a intercessão dos santos, segundo a interpretação da Igreja Católica.

A seguir, mostro os principais textos bíblicos, interpretações e fundamentos doutrinais que revelam a intercessão dos santos no Céu, segundo o Magistério e a Tradição Católica.

1. Apocalipse 5,8 — Os santos apresentam nossas orações a Deus

“E quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro.
Cada um tinha uma harpa e taças de ouro cheias de perfume, que são as orações dos santos.”
— Apocalipse 5,8

Interpretação Católica:

Os “vinte e quatro anciãos” representam os santos glorificados — os fiéis justos que estão no Céu, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento.

As taças de ouro com incenso simbolizam as orações dos fiéis na Terra, e são apresentadas pelos santos a Deus.

Isso mostra que os santos intercedem diante do trono do Cordeiro (Cristo), oferecendo-Lhe as nossas súplicas.

Conclusão: os santos no Céu não estão passivos, mas atuam como intercessores — participam do sacerdócio de Cristo oferecendo a Deus as orações da Igreja terrestre.

 

2. Apocalipse 8,3-4 — Um anjo oferece as orações dos santos no altar de Deus

“Veio outro anjo e pôs-se junto ao altar, com um turíbulo de ouro.
Foi-lhe dado muito incenso, para oferecê-lo com as orações de todos os santos, sobre o altar de ouro que está diante do trono.
E a fumaça do incenso com as orações dos santos subiu da mão do anjo diante de Deus.”
— Apocalipse 8,3-4

Interpretação Católica:

O anjo aqui age como mediador entre Deus e os santos — simbolizando a liturgia celeste.

As orações dos santos são apresentadas com incenso, mostrando que chegam purificadas e agradáveis a Deus.

É uma imagem litúrgica e sacerdotal, paralela à liturgia da Igreja na Terra.

Conclusão:
O texto mostra que há uma intercessão ativa e contínua no Céu, onde anjos e santos cooperam com Deus oferecendo as preces dos fiéis.
Isto confirma a crença católica de que os santos intercedem pelos que estão na Terra, dentro da comunhão do Corpo de Cristo.

 

3. Apocalipse 6,9-11 — As almas dos mártires oram a Deus pedindo justiça

“Vi debaixo do altar as almas daqueles que foram imolados por causa da Palavra de Deus e do testemunho que deram.
E clamavam em alta voz: ‘Até quando, ó Senhor santo e verdadeiro, tardarás em fazer justiça e vingar o nosso sangue sobre os habitantes da terra?’”
— Apocalipse 6,9-10

Interpretação Católica:

As almas dos mártires, que estão no Céu, clamam a Deus — ou seja, oram, pedem, intercedem.

Estão conscientes, falam com Deus e expressam súplicas.

Isso prova que os santos no Céu sabem o que acontece na Terra e intercedem diante de Deus.

Conclusão:
A intercessão dos santos não é invenção posterior — é explicitamente descrita nas visões do Apocalipse.

 

4. Apocalipse 7,9-15 — Os santos diante do trono louvam e servem a Deus

“Depois disso, vi uma multidão imensa, que ninguém podia contar, de todas as nações... estavam de pé diante do trono e do Cordeiro, vestidos com túnicas brancas e com palmas nas mãos.”
— Apocalipse 7,9

“Estão diante do trono de Deus e O servem dia e noite no seu templo.”
— Apocalipse 7,15

Interpretação Católica:

A “multidão imensa” é a Igreja triunfante, composta pelos santos do Céu.

Eles servem a Deus, e esse serviço inclui o louvor e a intercessão pela Igreja peregrina.

A imagem é litúrgica e reflete o serviço espiritual dos santos — oferecer a Deus louvor e súplica por nós.

 

 5. Apocalipse 19,1-6 — As vozes dos santos e anjos em intercessão e louvor

“Depois disso, ouvi no céu como que uma grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia!
A salvação, a glória e o poder pertencem ao nosso Deus.”
— Apocalipse 19,1

Interpretação Católica:

As vozes dos santos e anjos formam uma grande liturgia celestial.

É uma oração de louvor e intercessão universal — o Céu inteiro participa da adoração e do diálogo com Deus em favor da criação.

 

6. Apocalipse 22,17 — O Espírito e a Esposa intercedem

“O Espírito e a Esposa dizem: Vem!
Aquele que ouve diga também: Vem!”
— Apocalipse 22,17

Interpretação Católica:

A Esposa é a Igreja — tanto a que está no Céu quanto a que está na Terra.

O Espírito Santo e a Igreja unem-se em oração, clamando pela vinda de Cristo.

Aqui vemos a comunhão perfeita entre o Espírito e os santos — a oração deles é uma só com a oração de Deus.

Em resumo:

O Apocalipse apresenta uma visão litúrgica e espiritual do Céu, onde:

Os santos estão vivos e conscientes;

Oferecem as orações dos fiéis a Deus;

Intercedem e clamam diante do trono;

Participam do sacerdócio de Cristo;

Tudo acontece em união com o Espírito Santo e com o Cordeiro.

 

Mais Passagens sobre Intercessão dos Santos

 

A doutrina católica da intercessão dos santos é profundamente bíblica, quando lida à luz da Tradição Apostólica e da comunhão dos santos (Credo).
Abaixo estão citações bíblicas organizadas por tópicos, com breves explicações, todas de acordo com a interpretação da Igreja Católica:

1. A comunhão dos santos e a união entre Céu e Terra

“Assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente membros uns dos outros.”
— Romanos 12,5

“Não vos chegastes ao fogo ardente... mas ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celeste, à reunião festiva de milhares de anjos, à assembleia dos primogênitos inscritos nos céus.”
— Hebreus 12,22-23

 Doutrina:
A Bíblia mostra que os cristãos na Terra estão unidos espiritualmente aos que estão no Céu. A “assembleia dos primogênitos” inclui os santos glorificados. Assim, a comunhão dos santos não é rompida pela morte — todos permanecem unidos em Cristo.

 

2. Os santos no Céu intercedem diante de Deus

“Os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um uma harpa e taças de ouro cheias de perfume, que são as orações dos santos.”
— Apocalipse 5,8

“E subiu diante de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos, das mãos do anjo.”
— Apocalipse 8,3-4

Doutrina:
As “orações dos santos” (no Céu) são apresentadas diante de Deus. Isso mostra claramente a intercessão celestial: os santos oferecem nossas orações a Deus.

 

3. Interceder pelos outros é um ato cristão e bíblico

“Orai uns pelos outros, para serdes curados. A oração fervorosa do justo tem grande poder.”
— Tiago 5,16

Doutrina:
Se pedimos oração a irmãos vivos, quanto mais aos justos que já estão com Cristo no Céu. A oração do “justo” tem grande eficácia — e os santos são os justos perfeitos diante de Deus.

 

4. Os mortos continuam conscientes e interagem

“Moisés e Elias apareceram em glória e falavam de sua partida, que iria cumprir-se em Jerusalém.”
— Lucas 9,30-31 (Transfiguração)

Doutrina:
Moisés e Elias, já falecidos, aparecem e conversam com Jesus. Isso demonstra que os santos no Céu estão vivos em Deus e podem interagir com os homens — e, portanto, interceder.

 

5. A vida eterna é comunhão, não separação

“Deus não é Deus de mortos, mas de vivos, pois todos vivem para Ele.”
— Lucas 20,38

Doutrina:
Os santos estão vivos em Deus. A morte física não os separa da Igreja. Por isso, continuam parte da mesma família espiritual e podem interceder pelos que ainda peregrinam.

 

6. Exemplos do Antigo Testamento de intercessão celestial

“Quando oferecia o sacrifício, vi Jeremias, o profeta de Deus, que intercedia pelo povo e pelas coisas sagradas.”
— 2 Macabeus 15,14 (Livro aceito pela Bíblia Católica, mas rejeitado por protestantes)

Doutrina:
Jeremias, já falecido, é visto intercedendo pelo povo. Isso é uma clara imagem da intercessão dos santos no Céu.

 

7. O pedido de oração dos santos e anjos em favor dos homens

“Bendizei o Senhor, todos os seus anjos, poderosos executores de suas ordens.”
— Salmo 103,20

“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra.”
— Salmo 34,7

Doutrina:
Os anjos — e por analogia, os santos — são cooperadores de Deus em favor dos homens. Isso mostra que Deus deseja agir através da intercessão dos seus servos celestes.

 

8. O exemplo de intercessores humanos que prefiguram a dos santos

“Abraão intercedeu por Sodoma.” — Gênesis 18,23-32
“Moisés intercedeu pelo povo e Deus se arrependeu do castigo.” — Êxodo 32,11-14

Doutrina:
Se Deus ouviu a intercessão de homens ainda pecadores, muito mais ouvirá a dos santos que estão em plena comunhão com Ele no Céu.

 

9. Em Cristo, todos participam da mesma mediação

“Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, o homem Cristo Jesus.”
— 1 Timóteo 2,5

Doutrina Católica:
Cristo é o único mediador no sentido fundamental e redentor.
Mas os santos participam da mediação de Cristo, intercedendo por meio d’Ele, nunca em lugar d’Ele.
É uma mediação subordinada, como a dos apóstolos, pastores e de todos que oram uns pelos outros.

 

10. Conclusão doutrinal

“Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele; se um é honrado, todos se alegram com ele.”
— 1 Coríntios 12,26

Resumo:
A Igreja é um só Corpo — os que estão no Céu, os que estão no purgatório e os que vivem na Terra estão unidos. Por isso, a intercessão dos santos é expressão da comunhão dos membros do Corpo de Cristo.

Conclusão:
A oração dos santos e a ação do Espírito Santo estão unidas, formando uma só súplica. Isso é o fundamento espiritual da intercessão dos santos.

Doutrina Resumida (segundo o Catecismo da Igreja Católica)

“A intercessão dos santos é a sua mais alta forma de serviço do plano de Deus.
Podemos e devemos pedir-lhes que intercedam por nós e por todo o mundo.”
— Catecismo da Igreja Católica, §2683

“A Igreja é uma comunhão entre o Céu e a Terra.”


— CIC §§946–962

Fonte: Veritatis Splendor

 

VEJA MAIS

 

Os Santos podem interceder por nós, se Cristo é o único Mediador?

https://igrejamilitante.wordpress.com/2011/05/30/os-santos-podem-interceder-por-nos-se-cristo-e-o-unico-mediador/

Intercessão dos santos - versão bíblica e versão crente

https://ocatequista.com.br/blog/item/11796-intercessao-dos-santos-versao-biblica-e-versao-crente

OS SANTOS PODEM INTERCEDER PELOS VIVOS? 

https://rezairezairezai.blogspot.com.br/2013/04/os-santos-podem-interceder-pelos-vivos.html

Mais reflexões sobre a intercessao dos santos

https://www.veritatis.com.br/mais-reflexoes-sobre-a-intercessao-dos-santos/

 

 

Quais são as provas bíblicas de que todos os santos estão no Céu e não dormindo?

Os protestantes e os Testemunhas de Jeová em sua maioria ensinam que os mortos estão “dormindo” e que somente na volta de Jesus haverá a ressurrei�...

Existe provas bíblicas sobre as orações pelos Mortos?

Porque os Católicos rezam Pelos Mortos? É uma simples tradição? É condenado na bíblia? Quais as intenções de se rezar por quem já morreu? Será que a...

Por que o Cristão que não aceita a Comunhão e Intercessão dos Santos não conhece a Bíblia?

As Escritura nos ensinam que todos os batizados foram revestidos de Cristo e, tornando-se uma só coisa com ele, são membros do seu Corpo, que é a Igreja. Ser...

Quais as diferenças entre Mediador e Intercessor? Jesus é o Único Mediador e os Santos onde ficam?

Muitos protestantes nos acusam de colocar Maria e os Santos no lugar do Único Mediador entre os homens e a Deus-Pai , que é Jesus Cristo: I Timoteo 2:5 Porque...