Provas bíblias e históricos da autenticidade da Igreja Católica


A Igreja é o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo. “ (...) Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo ”. - Efésios 5,23; Os que abraçam a Verdadeira e única fé tornam-se membros deste Corpo, pois: “ Há (...) uma só fé ”.- Efésios 4,5. A Igreja sendo fundada por Cristo (como veremos mais a frente) é uma instituição divina, que congrega homens de todo o mundo que, como disse, aderem a única Fé verdadeira.

 

A IGREJA DE CRISTO É UNA

A Igreja é o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo.

“ (...) Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo ”. - Efésios 5,23

Os que abraçam a Verdadeira e única fé tornam-se membros deste Corpo, pois: “ Há (...) uma só fé ”.- Efésios 4,5

A Igreja sendo fundada por Cristo (como veremos mais a frente) é uma instituição divina, que congrega homens de todo o mundo que, como disse, aderem a única Fé verdadeira.

“ Ora, vós sois o Corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros ”. - I Coríntios 12,27

“ Eu sou a videira; vós, os ramos. Se alguém não permanecer em mim será lançado fora ”.- S .João 15,5-6

A Igreja é uma Hierarquia, ou seja, os membros da Igreja não tem o mesmo posto:

“ Na Igreja, Deus constituiu primeiramente os apóstolos ”. - I Coríntios 12,28a

“ Em segundo lugar os profetas ”.- I Coríntios 12,28b

“ Em terceiro lugar os doutores (...) ”.- I Coríntios 12,28c

“ São todos apóstolos? São todos profetas? São todos doutores? (...) ”.
- I Coríntios 12,29

A Igreja não é a reunião de pessoas com doutrinas diversas, a Igreja de Cristo professa UMA só Verdade, nisto consiste a unidade:

“ Para que todos sejam UM. Assim como tu, Pai, estás em mim e eu em Ti ”. - S. João 17,21

“ Para que sejam UM, como nós somos UM ”. - S. João 17,22

“ Para que sejam perfeitos na UNIDADE ”. - S. João 17,23

“ Sede solícitos em conservar a UNIDADE do Espírito no vínculo da paz ”. - Efésios 4,3

“ Sede UM só CORPO e UM só ESPÍRITO ”. - Efésios 4,4

“ Há UM só Senhor ”. - Efésios 4,5a

“ UMA só fé ”. - Efésios 4,5b

“ UM só batismo ”.- Efésios 4,5c

A IGREJA DE CRISTO É SANTA

A Igreja é Corpo místico de Cristo que é composto por todos os que foram santificados por ela, através dos sacramentos.

“ Ora, vós sois o Corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros ”. - I Coríntios 12,27

Nosso Senhor Jesus disse: ” Eu sou a videira; vós, os ramos. Se alguém não permanecer em mim será lançado fora ”.- S .João 15,5-6

Ele é a videira, os fiéis são os ramos (membros). Quem não permanece nos ensinamentos de Cristo, são lançados fora, ou seja, a videira (Igreja, que é o corpo de Cristo) fica intacta, sem nenhuma mancha.

Por isso que o credo aprovado no séc. III a IV, nos concílios de Nicéia e Constantinopla, se reza: “ Credo in (...) unam, SANCTAM, catholicam et apostolicam ecclesiam. Confiteor unum baptisma in remissionem peccatorum (Creio em uma, SANTA, católica e apostólica Igreja. Confesso um só batismo para a remissão dos pecados) ”.

“ Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, para santificá-la, purificando-a pela água do batismo com a palavra, para apresentá-la a si mesmo toda GLORIOSA, SEM MÁCULA, SEM RUGA, SEM QUALQUER OUTRO DEFEITO SEMELHANTE, mas SANTA e IRREPREENSÍVEL ”.- Efésios 5,25-27

Seus membros são pecadores, e o papel da Igreja é santificar esses membros, por isso São Paulo pede que os fiéis mortifiquem a carne, para poder serem santos:

“ Mortificai, pois, os vossos membros no que têm de terreno (...) Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para qual FOSTES CHAMADOS a fim de formar um único corpo ”.- Colossenses 3,5 e 15.

Nisso consiste a conversão dos fiéis para que tomem parte na Igreja de forma perfeita, ou seja, quando atingem a santidade plena, esses tornam-se 100% Igreja, pois o pecado não faz parte da Igreja, como São Paulo disse.

A Igreja tem membros pecadores, mas Ela é Santa, pois é o Corpo de Cristo, o próprio Apóstolo São João diz:

“ Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós ”. 1 S. João 1,8.

A IGREJA DE CRISTO É CATÓLICA

A Igreja é Católica do grego katholikos (trad. Universal) Univesal, pois abrange a todos os que aceitam a aderir a Verdadeira e Única fé:

“ E todos os membros do corpo, embora muitos, formam, um só corpo ”.- I Coríntios 12,12.

Aqui, o testemunho de Santo Inácio de Antioquia, como atesta a história cristã primitiva, que foi ordenado bispo de Antioquia por São Pedro, foi possivelmente o primeiro a usar o termo “católica” para designar a Igreja de Cristo:

“ A comunidade se reúne onde estiver o Bispo e onde está Jesus Cristo está a igreja católica ”.- Santo Inácio, Bispo de Antioquia, carta aos Esmirionitas, contemporâneo dos apóstolos, séc. II d.C.

A IGREJA DE CRISTO É APOSTÓLICA

A Igreja é Apostólica, pois está firmada na Doutrina dos apóstolos:

“ Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos ”.- Atos dos Apóstolos 2,42.

E por ser os apóstolos o fundamento da Igreja:

“ (...) sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo ”.- Efésios 2,20
( a "família de Deus" designa a Igreja)

A IGREJA DE CRISTO TEM SUCESSÃO APOSTÓLICA

Os apóstolos tiveram seus sucessores: “ Propuseram dois: José (...) e Matias. E oraram nestes termos: " Ó Senhor, que conheces os corações de todos, mostra-nos qual destes dois escolheste para tomar neste ministério e apostolado o LUGAR de Judas que se transviou (...) Deitaram a sorte e caiu a sorte em Matias (...)”.- Atos dos Apóstolos 1,23-24-26.

Aqui Matias sucede Judas, o traidor. Esse é um de muitos exemplos onde se mostra a sucessão apostólica.
Assim, de sucessores em sucessores foi que a Igreja de Jesus atravessou os séculos.

A IGREJA DE CRISTO POSSUI A SAGRADA TRADIÇÃO

Nem tudo o quê Nosso Senhor fez está contido na Sagrada Escritura, aliás, não há nenhuma passagem no evangelho onde Ele mande alguém escrever o novo testamento:

“Há, porém, muitas outras coisas que Jesus fez e que, se fossem escritas uma por uma, creio que o mundo não poderia conter os livros que se escreveriam ”. - s. João 21, 25.

Cristo Jesus disse também: “ Tenho ainda muito que vos dizer, mas não podeis agora suportar. Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas futuras ”. - s. João 16, 12-13.

O quê Jesus Cristo ensinou e fez nos foi transmitido pela Tradição apostólica. A Sagrada Escritura a Tradição são as fontes da Revelação.

Existe a Tradição Apostólica: “ Portanto, irmãos, ficai firmes; guardai as TRADIÇÕES que vos ensinamos ORALMENTE ou por ESCRITOS ”.- II Tessalonicenses 2, 15.

“ Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos afasteis de todo irmão que leve vida desordenada e contrária à Tradição que de nós receberam ”.- II Tessalonicenses 3, 6.

“ Toma por modelo as sãs palavras que de mim ouviste, com fé e com o amor que está em Cristo Jesus. Guarda o bom depósito, por meio do Espírito Santo que habita em vós ”.- II Timóteo 1, 13-14.

“ Eu vos louvo por vos recordardes de mim em todas as ocasiões e por conservardes as TRADIÇÕES tais como vo-las transmiti ”. - I Coríntios 11, 2.

A IGREJA DE CRISTO POSSUI A SAGRADA ESCRITURA E O SAGRADO MAGISTÉRIO

Se Cristo não ordenou que se fizesse um novo testamento, então, de onde veio o novo testamento? Afinal, de onde veio a bíblia?

Os livros do novo testamento foram escritos por apóstolos e discípulos dos apóstolos.

A Igreja Católica, com o advento das heresias, aonde os gnósticos entre os séculos III a IV (mais ou menos) queriam mudar os livros que a Igreja já ultlizava, mesmo sem formular um cânon.

Foi por isso que ela decidiu realizar concílios (reunião de bispos com o Papa ou sob a ordem do mesmo) para formular um cânon, e assim, definir de uma vez por todas quais livros eram inspirados por Deus e quais eram apócrifos:

A Igreja, para escolher os livros do antigo testamento, usou os livros da Septuaginta, que era a mais antiga tradução do antigo testamento para o grego, anterior ao nascimento de Cristo. A Septuaginta é conhecida como a versão dos LXX (70) por ter sido feita por 72 rabinos (HINNELLS, John, 1984, Dicionário das Religiões 1 ed. São Paulo: Círculo do livro. p. 245), e que era utilizada por muitos judeus. Na septuaginta encontramos 46 livros no antigo testamento, isso derruba a mentira protestante de que a Igreja acrescentara 7 livros falsos ao antigo testamento. A Septuaginta, desde o século I, é a versão clássica da Bíblia hebraica para os cristãos de língua grega. (HINNELLS, John (1984).Dicionário das Religiões, Círculo do livro. p. 245).

No ano 100 d.C, o Concílio de Jâmnia, feito por alguns judeus para contrapor aos cristãos, rejeitou todos os 7 livros e demais escritos considerando-os como apócrifos.

Foi baseado nesse concílio forjado, que no século XVI, Martinho Lutero arrancou 7 livros do Antigo Testamento.

Até os primeiros quatro séculos, na igreja antiga, não havia um parecer oficial sobre o cânon do Antigo Testamento. As opiniões eram muito diversas.
Pais da igreja como Melito, Cipriano e Rufino de Aquileia postulavam pelo Cânon Hebraico (com 39 livros, excluindo os deuterocanônicos).

Já Ireneu, São Justino e Santo Agostinho defendiam o Cânon Alexandrino (com 46 livros, incluindo os deuterocanônicos). São Jerônimo começou negando a canonicidade dos deuterocanônicos, embora os tenha incluindo em sua Vulgata. Escritos seus posteriores mostram que esta sua posição inicial foi revista, é o que se verifica em sua Carta a Rufino e outra a Paulino, Bispo de Nola.

No final do século IV, Concílios reafirmaram os livros que eram usados pelos judeus da Palestina (a Septuaginta).

É o caso dos concílios de Roma (382 d.C., Hipona I (ano 393 d.C.), Cartago III (ano 397 d.C), Cartago IV (ano 417 d.C.) e Trullo (ano 692 d.C.).

O Summarium do concilio de Hipoma foi transcrito e devidamente aprovado no concílio de Cartago, nestes termos, onde afirma o canôn bíblico de 73 livros e não 66, como afirma os protestantes:

“ Cânon XXXVI: Além das Escrituras Canônicas, nada deve ser lido sobre o título de Divinas Escrituras. E as Escrituras Canônicas são: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, os quatro Livros dos Reis, os dois Livros do Paralipômenos, Jó, o Saltério de Davi, os cinco Livros de Salomão (Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Sirácida), os doze Livros dos Profetas (menores: Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias), Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, os dois Livros de Esdras (Neemias e Esdras) e dois Livros dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro Livros dos Evangelhos, um Atos dos Apóstolos, treze Epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João. Sobre a confirmação deste cânon se consultará a Igreja do outro lado do mar. A leitura da paixão dos mártires será permitida na celebração de seus respectivos aniversários.” — Hipona, 8 de outubro de 393.

O concílio de Cartago, chamado de terceiro por Denzinger (n.° 189) em 28 de agosto de 397 publicou um cânon da bíblia, citado como

“ Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 4 livros de Reis, 2 livros de Crônicas, Jó, Salmos de Davi, 5 livros de Salomão, 12 livros de profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, 2 livros de Esdras, 2 livros de Macabeus ”. No Novo Testamento, “4 Evangelhos, 1 livro de Atos dos Apóstolos, 13 cartas paulinas, 1 carta dele para os Hebreus, 2 de Pedro, 3 de João, 1 de Tiago, 1 de Judas e o Apocalipse de João ”.

Este concílio também estabeleceu o mesmo cânon bíblico que será reconhecido futuramente no concílio de Trento (séc. XVI) hoje aplicado pela Igreja Católica Apostólica Romana, com referência aos dois livros de Esdras, que seriam os mesmos da Vulgata e que estavam outrora reunidos e já tinham sido divididos naquela época, conforme o testemunho de Santo Atanásio (296-373), na Epístola XXXIX,4

“ Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome "Divinas Escrituras". E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos, dois livros dos Paralipômenos, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão, doze livros dos Profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João. Isto se fará saber também ao nosso santo irmão e sacerdote, Bonifácio, bispo da cidade de Roma, ou a outros bispos daquela região, para que este cânon seja confirmado, pois foi isto que recebemos dos Padres como lícito para ler na Igreja ”. — Concílio de Cartago (419).

Tendo a Igreja sido fundada por Cristo, somente Ela tem a autoridade (magisterium) para interpretar a S. Escritura, senão, acontecerá o que ocorre no protestantismo desde o sec. XVI, cada um interpretará a bíblia a seu bel prazer e nunca se chegará em um acordo.

A IGREJA DE CRISTO POSSUI O PAPADO

“ Papa provém do latim “Papa”, do grego πάππας, Pappas que significa uma palavra carinhosamente para “pai”. O título de papa é dado ao Bispo de Roma já por Tertuliano (+220 aproximadamente) no seu livro De pudicitia XIII 7, onde se lê: “Benedictus papa”. É encontrado também numa inscrição do diácono Severo (296-304) achada nas catacumbas de São Calixto, em que se lê: “iussu p(a)p(ae) sul Marcellini” (=“por ordem do Papa ou pai Marcelino”).

No fim do século IV a palavra Papa aplicada ao Bispo de Roma começa a exprimir mais do que afetuosa veneração; tende a tornar-se um título específico. Tenha-se em vista a interpelação colocada por S. Ambrósio (+397) numa de suas cartas: “ Domino dilectissimo fratri Syriaci papae” (=“Ao senhor diletíssimo irmão Siríaco Papa”) (epístola 42).

O Sínodo de Toledo (Espanha) em 400 chama Papa (sem mais) o Bispo de Roma. São Vicente de Lerins (falecido antes de 450) cita vários Bispos, mas somente aos Bispos Celestino I e Sixto III atribui o título de Papa ”.(Veritatis Splendor).

Nosso Senhor Jesus Cristo designou um Apóstolo para ser o Primeiro entre todos, esse foi São Pedro.

Jesus deu-lhe as Chaves do Reino dos Céus (autoridade)

“ E eu te declaro: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus ”. - S. Mateus 16,18-19

“ Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desavença; e tu, por tua vez, CONFIRMA os teus irmãos ”.- S. Lucas 22,31

Aqui mostra Jesus edificando Sua Igreja sobre São Pedro, e isso corrobora com o que São Paulo diz, que o fundamento da Igreja são os apóstolos (São Pedro é um dos doze apóstolos, que como mostra, foi o primeiro a ser lançado como fundamento da Igreja):

“ (...) sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo ”.- Efésios 2,20

SÃO PEDRO, ENTÃO, FOI DESIGNADO À SER O PASTOR DA IGREJA DE CRISTO.

“ Tendo eles comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes? Respondeu ele: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros.

Perguntou-lhe outra vez: Simão, filho de João, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros.

Perguntou-lhe pela terceira vez: Simão, filho de João, amas-me? Pedro entristeceu-se porque lhe perguntou pela terceira vez: Amas-me?, e respondeu-lhe: Senhor, sabes tudo, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas ”.- S. João 21,15-17.

Aqui deixa provado e demonstrado que Nosso Senhor designou a São Pedro para apascentar Seu rebanho tendo antes, dado-lhe autoridade (entregando somente a São Pedro as chaves do Reino dos Céus, s. Mateus 16,18-19)

São João Crisóstomo, um dos maiores Padres Apostólicos orientais, do século IV, venerado no oriente como um dos três grandes Hierarcas, ensinou claramente o primado de São Pedro (isso para não citar Santo Inácio de Antioquia, Sano Irineu de Lyon e etc...):

“ELE FOI FEITO A FUNDAÇÃO DA IGREJA.” (Homilia Sobre o Evangelho de Mateus - 3, 5)

“Pedro, A CABEÇA DOS APÓSTOLOS, o primeiro na Igreja, o amigo de Cristo, que não recebeu a revelação do homem, mas do Pai... ESSE PEDRO, e QUANDO DIGO PEDRO, EU QUERO DIZER ROCHA INQUEBRÁVEL, O FUNDAMENTO INABALÁVEL, o grande apóstolo, o primeiro dos discípulos, o primeiro chamado, o primeiro a obedecer.” (De Eleemos III, 4, vol II, 298 [300])

“Pedro, o CORIFEU DO CORO DOS APÓSTOLOS, A BOCA DOS DISCÍPULOS, O FUNDAMENTO DA FÉ, A BASE DA CONFISSÃO, O PESCADOR DO MUNDO, que trouxe de volta a nossa raça da profundidade do erro para o céu, aquele que é em todos os lugares fervoroso e cheio de ousadia, ou melhor, mais cheio de amor do que de ousadia..” (Hom de Dezem mille talentis, 3, vol III, 20 [4])

“O primeiro dos apóstolos, A FUNDAÇÃO DA IGREJA, OS CORIFEU DO CORO DOS DISCÍPULOS.” (Ad eos qui scandalizati sunt, 17, vol III, 517 [504])

“O FUNDAMENTO DA IGREJA, o amante veemente de Cristo, ao mesmo tempo desaprendido na fala, e o vencedor de oradores, o homem sem instrução, que fechou a boca dos filósofos, que destruiu a filosofia dos gregos como se fosse uma teia de aranha , ele que correu por todo o mundo, ele que lança sua rede ao mar e pesca o mundo inteiro.” (Em illud, Vidi Dominum, 3, Vol. VI, 123 [124])

“PEDRO, A BASE, O PILAR” (Hom Quod frequenta conueniendum sit, 5, vol XII, 466[328])

“Este santo corifeu do abençoado coral, o amante de Cristo, o discípulo ardente, AO QUAL FORAM CONFIADAS AS CHAVES DO CÉU, aquele que recebeu a revelação espiritual.” (Homilia sobre os Atos Dos Apóstolos IV, 1)

“A PEDRO FORAM CONFIADAS AS CHAVES DA IGREJA, OU MELHOR, FORAM CONFIADAS A ELE AS CHAVES DO CÉU, E FOI CONFIADO A ELE A MULTIDÃO DO POVO... ESSE PEDRO, O CABEÇA DOS APÓSTOLOS, o FUNDAMENTO INABALÁVEL, A PEDRA INTACTA, O PRIMEIRO NA IGREJA, O PORTO INVENCÍVEL, A TORRE INABALÁVEL... a ele que FOI CONFIADA A IGREJA, o PILAR DA IGREJA, a porta da fé, Pedro, o professor de todo o mundo... Pedro, a coluna, o baluarte.”

“É sobre a confissão de Pedro sobre Cristo como o verdadeiro Filho de Deus que a Igreja é imovelmente, construída.” (Homilia Sobre Mateus – 82, 3)

”Ele que construiu a Igreja sobre a sua confissão.” (Homilia Sobre o Evangelho de João 21, 1)

“Ele recebeu seu nome pela imutabilidade e da imobilidade de sua fé, e quando todos foram convidados em comum, diz ele, saltando para adiante antes que os outros: ‘Tu és o Cristo’, etc, quando a ele foi confiada com as chaves do reino dos céus.” (Cap. 2 de Gálatas 4,; também Hom. 2, 6 Sobre Atos e Hom, 19 sobre João; também Palladius "“Sobre esta pedra, isto é, sobre esta confissão”. Dial de vita Chrys, vol 1, 68).

A IGREJA DE CRISTO É ROMANA

Já tendo sabido que Jesus escolheu como pastor de Sua Igreja a São Pedro, o qual esteve em Roma:

“ A igreja escolhida da Babilônia saúda-vos, assim como também Marcos, meu filho ”. - I s. Pedro 5,13.

Babilônia é um termo de desprezo para designar a antiga cidade de Roma pagã. Marcos se trata do evangelista, autor do segundo Evangelho. Ele era discípulo de São Pedro. Os dois mandam saudações estando em Babilônia (Roma).

A s. Igreja recebe o título de Romana, por causa dos Apóstolos São Pedro, primeiro, e São Paulo. Eles evangelizaram em Roma, até serem martirizados lá, derramando seus sangues, e assim, banhando aquela terra que era conhecida como “Babilônia”.- (Apocalipse 17,5).

O próprio Cristo pede para São Paulo ir para Roma, pois era preciso. O próprio Cristo dá importância à Roma, pois Ele sabia que lá seria a sede da Igreja de dEle:

“ No dia seguinte, apareceu-lhe (a São Paulo) o Senhor e lhe disse: “Coragem! Deste testemunho de mim em Jerusalém, assim importa também que o dês em Roma ”. ( Atos dos Apóstolos 23,11)

Aqui são testemunhos dos primeiros cristãos, sucessores dos apóstolos, até de conterrâneos dos apóstolos, eles dão testemunho da estadia de São Pedro em Roma.

“ Assim, Mateus publicou entre os hebreus, na língua deles, o escrito dos Evangelhos, quando Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundavam a Igreja ”. (Santo Ireneu Bispo de Lião – Contra as Heresias,III,1,1 – ano 180 d.C).

“ Sob Cláudio [Imperador], Fílon [grande estoriador judeu] em Roma relacionou-se com Pedro, que então pregava aos seus habitantes ”. (Eusébio de Cesaréia – HE II,17,1 – ano 317 d.C)

“ Depois do martírio de Pedro e Paulo, o primeiro a obter o episcopado na Igreja de Roma foi Lino. Paulo, ao escrever de Roma a Timóteo, cita-o na saudação final da carta [cf. 2Tm 4,21] ”. (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE, III, 2 – ano 317 d.C).

“ […]quanto a Lino, cuja presença junto dele [do Apóstolo Paulo] em Roma foi registrada na 2ª carta a Timóteo [cf. 2Tm 4,21], depois de Pedro foi o primeiro a obter ali o episcopado, conforme mencionamos mais acima ”. (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE, IV, 8 – ano 317 d.C).

“ […]Alexandre recebeu o episcopado em Roma, sendo o quinto na sucessão de Pedro e Paulo ”. (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE, IV, 1 – ano 317 d.C).

“ Tendo vindo ambos a Corinto, os dois apóstolos Pedro e Paulo nos formaram na doutrina evangélica. A seguir, indo para a Itália, eles vos transmitiram os mesmos ensinamentos e, por fim, sofreram o martírio simultaneamente ”. (Dionísio de Corinto, ano 170 d.C, extrato de uma de suas cartas aos Romanos conforme fragmento conservado na HE II, 25, 8).

“ Eu, porém, posso mostrar o troféu dos Apóstolos [Pedro e Paulo]. Se, pois, quereis ir ao Vaticano ou à Via Ostiense, encontrarás os troféus dos fundadores desta Igreja ”.(Discurso contra Probo – Caio presbítero de Roma, ou – ano199 d.C). Eusébio também trata deste escrito em HE II,25, 7.

“ Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo ”.(Orígenes, ano 253 d.C, conforme fragmento conservado na HE, III, 1)

“ Quando Nero viu consolidado seu poder, começou a empreender ações ímpias e muniu-se contra o culto do Deus do universo. […] Foi também ele, o primeiro de todos os figadais inimigos de Deus, que teve a presunção de matar os apóstolos. Com efeito, conta-se que sob seu reinado Paulo foi decapitado em Roma. E ali igualmente Pedro foi crucificado [cf. Jo 21,18-19; 2Pd 1,14]. Confirmam tal asserção os nomes de Pedro e de Paulo, até hoje atribuídos aos cemitérios da cidade ”. (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE, II, 25, 1-5 – ano 317 d.C).

“ Pedro, contudo, parece ter pregado aos judeus da Diáspora, no Ponto, na Galácia, na Bitínia, na Capadócia e na Ásia [cf. 1Pd 1,1), e finalmente foi para Roma, onde foi crucificado de cabeça para baixo, conforme ele mesmo desejara sofrer ”. (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE III, 2 – ano 317 d.C)

Devido ao Príncipe dos Apóstolos, São Pedro, ter solidificado seu ministério de Pastor do Rebanho da Igreja de Cristo, ter sido martirizado em Roma, a Igreja se designa por Romana, dando glória ao solo banhado com o Sangue de São Pedro e São Paulo, e de tantos outros mártires dos primeiros séculos.

Afinal, onde o pastor está, aí está o rebanho. São Pedro, sendo o pastor designado por Cristo para apascentar seu rebanho, e tendo ele fixado-se em Roma até ser martirizado lá, Roma tornou-se o centro do Cristianismo. Afinal, a Igreja Católica, após ser perseguida, tendo tantos mártires mortos pelo Império Romano, no ano 313 d.C, o Imperador Constantino emitiu o Edito de Milão que cessou com as perseguições, a tal ponto que com o tempo, o império Romano converteu-se ao cristianismo tornado-se católico.
Roma, que era a cidade chamada “babilônia” por seus pecados imensos, convertera-se na sede da Igreja de Cristo, e por isso esta recebe o título de Romana.

“ Eis que renovo todas as coisas ”. - Apocalipse 21,5

“ Roma preside a Igreja na caridade ”.- Santo Inácio, Bispo de Antioquia, aos Romanos. Contemporâneo dos apóstolos, séc. II d.C.

Toda a história cristã primitiva atesta que a Igreja Católica é a Igreja de Cristo.

PROTESTANTISMO

Afinal, quem fundou as igrejas protestantes?

As “igrejas” “evangélicas” que na verdade são protestantes, não podem ser a verdadeira Igreja de Cristo, pois elas são fruto da Reforma Protestante que ocorreu no século XVI, no ano 1517, por Martinho Lutero, que até então era um padre e monge católico, esse arrancou sete livros da Sagrada Escritura e inventou uma doutrina para contrapor a Doutrina da Igreja Católica, que na época, contava com mil e quinhentos anos.

Uma das teses de Lutero era a tese da Sola Fidei, que afirma que somente a fé basta para um cristão ser salvo, e que não se necessita de obras para essa salvação.

Isso é refutado largamente na bíblia, aqui, uma passagem que põe por baixo essa tese que deu origem ao protestantismo:

“ De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso essa fé poderá salvá-lo? Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: “ Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos”, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma.
Mas algum dirá: “Tu tens fé, e eu tenho obras”. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Crês que há um só Deus. Fazes bem. Também os demônios crêem e temem ”. - S. Tiago 2,14-26

Após Lutero vieram mais e mais pessoas a interpretar a Bíblia da forma que desejavam, e assim, iam dividindo-se, e como vimos acima, a Igreja de Cristo é UNA. Hoje em dia há catalogado mais de 30.000 mil seitas protestantes, todas usam a mesma bíblia com sessenta e seis livros, porém elas pregam uma doutrina diferente da outra.

IGREJA “ORTODOXA”

“ O Cisma do Oriente [qual deu origem a igreja "ortodoxa"] nasceu da revolta do Patriarca de Constantinopla contra a autoridade do Papa. Isso quer dizer que o Cisma nasceu do orgulho.

Constantinopla foi fundada pelo Imperador Constantino, o Grande, aquele que deu liberdade aos cristãos, no ano 313, e transferiu o poder imperial para o Oriente, fundando então Constantinopla.

O título de Patriarca era dado apenas aos Bispos de cidades que haviam recebido a pregação de um Apóstolo.

Assim eram reconhecidos como Patriarcas o Bispo de Alexandria , onde pregara o evangelista São Marcos. O Bispo de Jerusalém, onde fora Bispo o Apóstolo São Tiago. O bispo de Antioquia, cidade em que viveu e foi Bispo São Pedro. E , finalmente, Roma , que teve o mesmo São Pedro como seu primeiro Bispo.

É claro que Constantinopla, por ter sido fundada apenas no século IV, não poderia ter, normalmente, o título de Patriarca, pois nenhum Apóstolo pregara nessa cidade, que ainda não existia nos tempos apostólicos.

Entretanto, por ser a capital do Imperio do Oriente, os Arcebispos de Constantinopla reivindicavam essa honra, que Roma afinal lhe concedeu, a título honorário.

Cedo, alguns Patriarcas orientais, especialmente o de Constantinopla, reivindicaram uma paridade com o Papa, querendo que a Igreja não fosse uma monarquia, e sim uma Pentarquia. ( Erro que está, hoje, em voga entre alguns orientais...).

Pretendia-se que o Papa fosse apenas um chefe honorífico da Igreja, um "primus inter pares", um superior em honra, entre os Patriarcas, que seriam iguais em direito.

Ora, isto vai contra o Evangelho, que mostra Cristo ter fundado a Igreja sobre Pedro apenas. Cristo fez a Igreja monárquica e não pentárquica.

No século IX, o Arcebispo de Constantinopla , Fócio, se rebelou contra o Papa São Nicolau I, que excomungou esse rebelde em 863.

Como resposta, Fócio se autoproclamou Patriarca Ecumênico de Constantinopla e "excomungou" o Papa São Nicolau I. Com a subida ao poder em Constantinopla do Imperador Basílio, o Macedônico, Fócio perdeu o poder que tinha.

A questão entre Roma e Constantinopla foi ainda mais envenenada pelo problema da processão do Espírito Santo, que os Orientais dizem proceder apenas do Pai, enquanto a Igreja ensina que o Espírito Santo procede do Pai e do Filho.

Fócio retomou o poder em Constantinopla, mesmo depois de sua solene condenação, no ano 870. De novo, o Papa João VIII renovou a condenação de Fócio.. Com o advento ao trono do Imperador Leão, o Filósofo, Fócio é expulso pela segunda vez de Constantinopla, terminando o cisma, pouco depois.

No século XI, Miguel Cerulário, Patriarca de Constantinopla causou a separação definitiva da Igreja do Oriente separando-a da obediência ao Papa, no tempo do Papa Leão IX. Miguel Cerulário foi excomungado pelo Papa em 1054.

Desde esse tempo, os orientais estão separados de Roma, portanto em cisma. A esse mal, vieram se acrescentar a negação dos dogmas proclamados pela Igreja, após a separação do Oriente. Os Orientais possuem sucessão apostólica, isto é, seus Bispos são legítimos, assim como os seus sacerdotes. Em conseqüência, seus sacramentos são válidos, embora ilicitamente administrados por causa de sua separação do Papa ”. (Orlando Fedeli, graduado em história pela PUC-SP e doutor em história pela USP — Causa do Cisma da Igreja Ortodoxa*).

A Igreja Católica Apostólica Romana possui 23 Igrejas sui iuris, são igrejas particulares orientais que prestam obediência ao Papa, possuindo sua liturgia própria oriental dentre outras particularidades.

*Não temos adesão ao posicionamento da entidade quais os links redireciona.

 

Fonte: https://catholiciromani.blogspot.com/2017/02/a-verdadeira-e-unica-igreja-de-nosso.html?m=1&fbclid=IwAR2Sfrpyvwr1z2nXYqYLwhg8eYkE9e7HFyAmZzvTU2ZSutlYBpUpT4mmbEA

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