Conheça os efeitos diabólico da livre interpretação pessoal da Bíblia


O Protestantismo possuindo a Bíblia como a sua "Única Regra de Fé" (Sola Scriptura) se apoia muito em meras tradições de homens (toda denominação origina da visão de um fundador. Assim que dois ou mais destes se contradizem um ao outro, o erro está presente). Os Protestantes não tem nenhum modo de resolver assuntos doutrinais definitivamente.

OS EFEITOS DA "LIVRE INTERPRETAÇÃO PESSOAL":

O Protestantismo possuindo a Bíblia como a sua "Única Regra de Fé" (Sola Scriptura) se apoia muito em meras tradições de homens (toda denominação origina da visão de um fundador. Assim que dois ou mais destes se contradizem um ao outro, o erro está presente). Os Protestantes não tem nenhum modo de resolver assuntos doutrinais definitivamente. A doutrina protestante só leva em conta uma visão individual na Doutrina X, Y, ou Z, não tem nenhuma Tradição protestante unificada. É só conferir as milhares e milhares de denominações diferentes umas das outras (1Coríntios 12,14-27). Uma denominação evangélica não é igual a outra em matéria de fé. Isso é fato pois: Umas batizam crianças, outras não; umas admitem o divórcio, outras o repudiam; umas aceitam mulheres como “pastoras”, outras não; umas praticam a “santa ceia”, outras não; umas ensinam que devemos guardar o sábado, outras não; algumas ensinam a teologia da prosperidade, outras a repudiam; e por aí vai… Como é possível afirmar honestamente que todas elas estão na verdade, mesmo tendo doutrinas tão contrárias umas das outras?

O que é "interpretar" um texto da Bíblia?
É dizer qual é o verdadeiro sentido daquele texto.
E quem nos dará o verdadeiro sentido da Palavra de Deus?
Quem tem autoridade para interpretar uma palavra ou uma passagem qualquer da Bíblia?
Eis uma questão de suma importância.

Sem dúvida, para se dar o significado de um texto escrito há milhares de anos, seria preciso colocar-se dentro daquela época, estudar os costumes, a língua, a mentalidade e a religião daquele povo. É o que fazem os estudiosos da Bíblia. Passam a vida toda pesquisando, estudando, comparando texto com texto, para depois chegar a alguma conclusão.

Mas só isso não basta. A sabedoria humana pode errar. As Ciências têm suas limitações. Para dizer a verdade, quem poderia proferir uma palavra certa sobre tudo o que está escrito na Bíblia Sagrada é Jesus Cristo, pois Ele veio para que se realizasse tudo o que estava escrito sobre a nossa Salvação. Tanto é que, na medida em que Ele pregava ou fazia milagres, ia mostrando como naquilo estavam-se cumprindo as Escrituras.

Ele sim era o Mestre dos mestres. Os discípulos faziam qualquer pergunta sobre a Palavra de Deus e Ele respondia com sabedoria e autoridade. Certa vez Jesus entrou numa sinagoga em Nazaré, leu um trecho do Profeta Isaías, e deu a devida interpretação àquele texto. Disse que nele estava se realizando o que tinha sido predito pelo profeta. Assim falou Jesus aos ouvintes:
"Hoje se cumpriu está profecia que acabamos de ouvir" (Lc 4,21).

Mas aquele Jesus que andava pelas estradas da Palestina ressuscitou e subiu ao Céu. Não está mais no meio de nós para tirar-nos as nossas dúvidas. De fato, aquele Cristo histórico não está mais neste mundo. Mas está alguém que andou com Ele. Alguém que ouviu as suas pregações e as escreveu. Alguém que lhe fez perguntas e ouviu as respostas. Alguém a quem o próprio Cristo confiou a sua missão divina de ensinar em seu nome e com autoridade. Esse alguém é a Igreja Católica.

Veja um claro exemplo bíblico onde aparece a Igreja dando uma autêntica interpretação da Palavra de Deus, por meio de um representante seu: o Diácono Filipe

"Um anjo do Senhor dirigiu-se a Filipe e disse: “Levanta-te e vai para o Sul, em direção do caminho que desce de Jerusalém a Gaza, a Deserta”. Filipe levantou-se e partiu. Ora, um etíope, eunuco, ministro da rainha Candace, da Etiópia, e superintendente de todos os seus tesouros, tinha ido a Jerusalém para adorar. Voltava sentado em seu carro, lendo o profeta Isaías. O Espírito disse a Filipe: “Aproxima-te para bem perto deste carro. Filipe aproximou-se e ouviu que o eunuco lia o profeta Isaías e perguntou-lhe: “Porventura entendes o que estás lendo?” Res­pondeu-lhe: “Como é que posso, se não há alguém que me explique?”. E rogou a Filipe que subisse e se sentasse junto dele. A passagem da Escritura, que ia lendo, era esta: Como ovelha, foi levado ao matadouro; e, como cordeiro mudo diante do que o tosquia, ele não abriu a sua boca. Na sua humilhação foi consumado o seu julgamento. Quem poderá contar a sua descendência? Pois a sua vida foi tirada da terra. O eunuco disse a Filipe: “Rogo-te que me digas de quem disse isto o profeta: de si mesmo ou de outrem?” (Ar 8,26-34).

Então Filipe explicou que se referia a Jesus Cristo. O ministro acreditou e pediu para ser batizado. E de fato Filipe o batizou ali mesmo, numa fonte à beira do caminho.

QUEM PODE INTERPRETAR A BÍBLIA?

Certa vez um Clube de Futebol estava para comemorar os seus 50 anos de existência. A diretoria pensou em programar uma grande festa. Todos gostaram da ideia. Mas aí surgiu uma questão: qual a história do clube? Era preciso dar entrevista aos jornais e às emissoras de rádio. E ninguém sabia dizer como havia começado aquela entidade esportiva. As atas tinham sido queimadas num incêndio ocorrido trinta anos atrás. Não restava nenhum documento para contar a história do clube. Como fazer então?

Eis que um dos presentes teve uma ideia: "Vamos ver se encontramos alguma pessoa daquele tempo. Deve existir por aí alguns dos sócios fundadores. Eles saberão recompor a história do clube.

E assim fizeram. Por sorte, ainda viviam três sócios fundadores, já velhinhos, mas como memória lúcida. Eles souberam dizer os nomes de todos os fundadores, a data exata, a finalidade da agremiação, os nomes dos primeiros jogadores e outros dados curiosos daquele famoso clube de futebol.

De fato, ninguém mais do que aqueles que participaram da fundação de uma entidade saberá contar a sua origem. A palavra de uma testemunha ocular vale mais do que mil palpites daqueles que não presenciaram o fato.

Assim acontece com a Bíblia e a Igreja. A palavra da Igreja tem autoridade, porque ela presenciou todos os fatos da vida de Jesus: suas pregações, seus milagres, sua morte, sua ressurreição e sua ascenção ao céu. A Igreja e a Bíblia se completam. A Palavra de Deus é mais ampla que a Escritura Sagrada. A Palavra de Deus inclui o elemento escrito, que é a Bíblia, e a palavra falada, que é a Igreja. O próprio Evangelho reconhece isso, quando nos fala através do Evangelista São João:
"Este é o discípulo que dá tes­temunho destas coisas, e foi quem as escreveu. E sabemos que o seu testemunho é digno de fé. Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que nem no mundo inteiro caberiam os livros que deveriam ser escritos" (Jo 21,24-25).

Reduzir todo o ensinamento divino às páginas de um Livro seria minimizar a Palavra de Deus. Por isso, diz o Concílio Vaticano II:
"A Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura constituem um só sagrado depósito da palavra de Deus confiado à Igreja" (DV, 10).

Quando a Igreja escreveu os Evangelhos, ela não fez o simples papel de cronista, que apenas narra fatos e palavras. A Igreja escreveu a Palavra de Deus, depois de ter feito a experiência de viver essa Palavra, no meio de perseguições e provações, à semelhança do Mestre.

A Palavra de Deus é uma Palavra "viva", que nasceu quente, da vivência de uma comunidade. Escrevendo aos Coríntios, São Paulo fala:
"Vós mesmos sois a nossa carta, escrita em nossos corações. Conhecida e lida por todos os homens. Não há dúvida que vós sois uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações. Deus nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito comunica a vida" (2Cor 3,2-3.6).

O Evangelho primeiro foi vivido e só depois é que foi escrito. E antes de ser escrito, Jesus exigiu que já merecesse fé. O caso de Tomé nos mostra que a Igreja, oficialmente representada pelos apóstolos, já era merecedora de crédito, por vontade expressa de Jesus. Isto significa que a Igreja é também a Palavra de Deus. Tomé não tinha duvidado da palavra de Jesus, mas da palavra da Igreja. No entanto, Jesus o repreendeu, dizendo-lhe:
"Tomé, não sejas incrédulo, mas homem de fé" (Jô 20,27).

A Bíblia é como um álbum de família. Cada um foi colocando ali uma fotografia, até encher o álbum. Por isso, somente aquela família sabe explicar de quem são as fotos e por que estão ali. Essa família é a Igreja, que tem como Chefe o Papa.

A BÍBLIA E O MAGISTÉRIO:

Dissemos que a Palavra de Deus é transmitida não só pela Bíblia, que é a palavra escrita, mas também pela Igreja, que é a palavra falada. A esse ensinamento que vem através da Igreja, desde os tempos dos apóstolos, nós chamamos "Tradição". E a voz oficial da Tradição nós chamamos "Magistério". O Magistério é a Igreja ensinando como Mestra, quando fala das coisas da fé em nome de Jesus Cristo. O Magistério não é a voz de um teólogo nem de um estudioso em Bíblia, por mais que estas pessoas entendam do assunto. O Magistério é a voz oficial da Igreja: O Papa e os bispos em comunhão com o Papa.

É ao Magistério que compete o ofício de interpretar a Palavra de Deus, como nos fala o Vaticano II:
"O ofício de interpretar autenticamente a Palavra de Deus, escrita ou transmitida, foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo" (DV, 20).

Todas as ciências modernas podem oferecer valiosa contribuição para maior aprofundamento no estudo da Palavra de Deus. Todos os homens, de todos os credos, podem dar a sua preciosa colaboração na busca do verdadeiro sentido da Bíblia Sagrada. Mas uma coisa permanece sempre fora de dúvida: a última palavra sobre o que Jesus disse cabe à Igreja Católica, porque quem escreveu um texto é que tem mais condições para dizer qual o sentido daquilo que escreveu. É ainda o Vaticano II que nos fala:
"Todas as coisas que dizem respeito à maneira de interpretar a Escritura estão sujeitas em última instância ao juízo da Igreja, que exerce o divino mandato e magistério de guardar e interpretar a Palavra de Deus" (DV, 12).

Realmente, é assim que fazemos com a interpretação de outras coisas da vida. Quando paira alguma dúvida sobre uma carta que recebemos, procuramos quem nos escreveu para que nos explique o significado daquela carta. Quando não entendemos a letra da receita que o médico nos deu, voltamos a ele para que esclareça a nossa dúvida.

Eis por que a interpretação da Bíblia não pode ficar por conta de cada pessoa. Vale aqui aquele ditado: "Quantas cabeças, tantas sentenças". Ora, a verdade de Deus não pode estar entregue a interpretações de particulares, que representam as opiniões de cada um. Ela deixaria de ser a verdade absoluta de Deus-Uno para diluir-se num sem-fim de palpites contraditórios de homens.

Baseado em Santo Irineu e na Primeira Carta de João (3,2), diz ainda o Concílio:
"Para que o Evangelho se conservasse sempre inalterado e vivo na Igreja, os apóstolos deixaram como sucessores os bispos, a eles transmitindo o seu próprio encargo de Magistério. Portanto, esta Sagrada Tradição e esta Sagrada Escritura de ambos os Testamentos, são como o espelho em que a Igreja peregrinante na terra contempla a Deus, de quem tudo recebe, até que chegue a vê-lo face a face, como Ele é" (DV, 7).

Quando através de seu Magistério, a Igreja interpreta e ensina a Palavra de Deus, ela está desempenhando a missão que recebeu de Jesus através dos apóstolos, os quais "ouviram e viram o Mestre com os próprios olhos" e "tocaram com as próprias mãos a Vida Eterna" (cf. 1Jo 1,1-3). Por isso afirma o Concílio:
"Fica, portanto, bem claro que, segundo o sapientíssimo plano divino, a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja estão de tal maneira entrelaçados e unidos entre si que um não tem consistência sem os outros, e que juntos, cada qual a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas" (DV, 10).

JESUS QUIS ASSIM:

A Igreja tem a última palavra sobre a interpretação da Bíblia Sagrada, porque ela conviveu com Jesus, vendo e ouvindo o Mestre de viva voz. É verdade. Mas, não é só por isto. A Igreja tem esse direito de interpretar a Palavra de Deus por vontade expressa de Jesus Cristo. Jesus deu-lhe tal poder pessoalmente. Ela exerce esse ofício como missão que lhe foi confiada pelo Senhor.

Começa por isto: Jesus confiou à Igreja a missão de pregar o Evangelho com aquela mesma autoridade que Ele recebeu do Pai. E prometeu estar sempre com sua Igreja. Ele disse aos Apóstolos:
"Todo o poder me foi dado no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todos os povos. Batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-os a observar todos os meus preceitos. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28,18-20).

Para percebermos melhor até onde vai a autoridade da Igreja na interpretação da Palavra de Deus, basta lembramos o que Jesus disse aos Apóstolos:
"Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligar­des sobre a terra será também desligado no céu" (MT 18,18).

Esse poder que Jesus deu coletivamente ao grupo dos apóstolos, Ele o deu em especial a Pedro, de maneira mais pessoal, como chefe dos doze, em Cesareia de Felipe, quando lhe disse:
"Eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. E o poder do inferno não prevalecerá contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado também nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,18-19)

Na própria Bíblia está escrito que a sua interpretação não pode ser feita a gosto de cada um. Precisamente porque não dois escrita por ideias de homens, mas por inspiração divina. Assim está escrito:
"Antes de mais nada, ficai sabendo uma coisa: nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Porque a profecia não veio por vontade humana, mas homens inspirados pelo Espírito Santo falaram em nome de Deus" (2Pd 1,20-21).

Houve um tempo em que ainda não existia o Novo Testamento e já existia a Igreja. O Evangelho ainda não havia sido escrito. Era somente pregado de viva voz pela Igreja. E é dessa Palavra pregada que saiu a Palavra escrita. Portanto, se alguém disser a Palavra falada não merece crédito, está pondo em descrédito também a Palavra escrita.

E assim como a Igreja recebeu de Deus o poder de pregar o Evangelho, ela recebeu de também o poder de Interpretar a Bíblia, pois foi ela mesma que escreveu todo o Novo Testamento.

Por isso, não podemos crer na Igreja menos do cremos no Evangelho. Nem podemos desprezar a Igreja para ficar somente com Jesus Cristo, pois a Igreja é a "plenitude de Jesus Cristo" (cf. Ed 1,23).

[FONTE: Livro Conheça Melhor a Bíblia, do padre Luiz Chechinato]
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